Seus olhos lacrimejam demais? Descubra o motivo!

Você já se pegou enxugando os olhos o dia inteiro, mesmo sem estar chorando? O desconforto pode ser grande: visão embaçada, ardência e aquela lágrima teimosa escorrendo sem parar. Se isso acontece com você, é hora de entender melhor o que é o lacrimejamento excessivo e como ele pode ser tratado.
O que é lacrimejamento excessivo (epífora)?
O lacrimejamento excessivo, também chamado de epífora, é o aumento anormal da produção ou acúmulo de lágrimas nos olhos.
Em situações normais, nossas lágrimas têm a função de lubrificar e proteger a superfície ocular. Mas quando elas se acumulam em excesso, podem atrapalhar a visão e causar incômodo constante.
Por exemplo: algumas pessoas relatam que não conseguem ficar ao ar livre porque o vento faz as lágrimas transbordarem. Outras percebem que, mesmo em ambiente fechado, precisam limpar os olhos várias vezes ao dia.
Quais são as causas mais comuns de lacrimejamento excessivo?
O lacrimejamento excessivo pode ter muitas causas. Entre as mais frequentes, destacamos:
- Obstrução do canal lacrimal: impede a drenagem normal das lágrimas.
- Olho seco reflexo: parece contraditório, mas olhos ressecados podem produzir mais lágrimas como mecanismo de defesa.
- Alergias: conjuntivite alérgica provoca coceira e lacrimejamento excessivo.
- Infecções: conjuntivite bacteriana ou viral.
- Alterações palpebrais: pálpebra virada para dentro (entrópio) ou para fora (ectrópio).
- Corpo estranho ou cílio mal posicionado: estímulo mecânico permanente.
Quando o lacrimejamento é normal e quando é sinal de problema?
Nem sempre o lacrimejamento indica doença. É normal que ele ocorra:
- Ao cortar cebola.
- Em ambientes com vento ou muito frio.
- Durante uma crise de choro emocional.
Por outro lado, se o lacrimejamento excessivo vier acompanhado de:
- Vermelhidão persistente.
- Dor ocular.
- Secreção purulenta.
- Inchaço das pálpebras.
- Sensação de corpo estranho constante.
Esses podem ser sinais de que algo não vai bem e que você deve procurar um oftalmologista.
Quais exames o oftalmologista realiza para diagnosticar o lacrimejamento?
No consultório, existem várias formas de investigar o lacrimejamento excessivo:
- Teste de Schirmer: avalia a produção de lágrimas.
- Teste de coloração com fluoresceína: verifica a qualidade da película lacrimal.
- Irrigação do canal lacrimal: identifica obstruções.
- Exame com lâmpada de fenda: analisa detalhes da córnea, pálpebras e cílios.
Cada exame é escolhido conforme os sintomas e a suspeita clínica.
Olho seco pode causar lacrimejamento excessivo?
O olho seco estimula o organismo a produzir mais lágrimas como compensação. Mas essas lágrimas reflexas não têm a mesma qualidade e acabam escorrendo. Então, se você sente ardência e lacrimejamento excessivo, pode estar sofrendo de olho seco.
Alergias ou conjuntivite provocam lacrimejamento?
Com certeza. A conjuntivite alérgica e as alergias sazonais estão entre as causas frequentes de lacrimejamento excessivo. Além das lágrimas, geralmente surgem coceira, inchaço das pálpebras e vermelhidão.
Pode ser obstrução do canal lacrimal?
Sim, principalmente em adultos mais velhos. A obstrução do ducto nasolacrimal impede a drenagem normal das lágrimas.
O resultado é lacrimejamento excessivo constante. Em bebês, isso também é comum e costuma melhorar espontaneamente até 1 ano de idade. Em adultos, pode exigir tratamento específico.
Uso de colírios ou medicações pode causar lacrimejamento?
Pode. Alguns colírios, especialmente os vasoconstritores ou medicamentos com conservantes, irritam a superfície ocular e levam ao lacrimejamento excessivo. Se você usa colírios e percebe piora, converse com o seu oftalmologista para ajustar o tratamento.
Quando é necessário realizar cirurgia para tratar o lacrimejamento?
Quando o lacrimejamento excessivo é causado por obstrução total do canal lacrimal ou alterações anatômicas das pálpebras, pode ser indicado um procedimento cirúrgico.
O mais comum é a dacriocistorrinostomia, que cria uma nova via de drenagem para as lágrimas. Cada caso é avaliado individualmente pelo especialista.
O que posso fazer em casa para aliviar o lacrimejamento?
Enquanto aguarda a consulta, algumas medidas podem ajudar:
- Fazer higiene palpebral com soro fisiológico.
- Usar óculos de sol para proteger contra vento.
- Evitar ambientes com poeira ou fumaça.
- Aplicar compressas mornas nos casos de obstrução parcial.
Mas lembre-se: se o lacrimejamento excessivo for persistente, não substitua a avaliação médica por cuidados caseiros.
Quais cuidados seguir no pós-tratamento ou cirurgia?
Após o tratamento ou cirurgia, siga à risca as orientações do seu oftalmologista:
- Use os colírios prescritos.
- Evite coçar ou apertar o olho.
- Mantenha a higiene local.
- Retorne para reavaliações conforme solicitado.
Seguindo esses cuidados, o controle do lacrimejamento excessivo costuma ser eficaz e seguro.
Quando devo procurar um oftalmologista?
Se o seu lacrimejamento excessivo:
- Dura mais que alguns dias.
- Prejudica sua visão.
- Vem acompanhado de dor, vermelhidão intensa ou secreção.
- É recorrente.
Agende uma consulta o quanto antes. O oftalmologista vai identificar a causa e indicar o melhor tratamento.
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